Da assessoria: Começa nesta quinta, 18, até o dia 25, o primeiro módulo do curso de Gestão Empresarial para empresários do Distrito Industrial de Micro e Pequenas Empresas (DIMPE) Ozias Monteiro Rodrigues, empreendimento do Governo do Estado administrado pela Companhia de Desenvolvimento do Amazonas (Ciama). “O objetivo é disponibilizar aos empreendedores uma atualização sobre as técnicas de gestão com vistas a aumentar a competitividade das empresas”, explica o administrador do DIMPE, Jorge Franco de Sá.
O curso é uma iniciativa da Ciama e será ministrado por instrutores do Centro de Educação Tecnológica do Estado do Amazonas (Cetam) após o expediente das empresas, a partir das 18h. Com 140 horas/aula, será dividido em quatro módulos com abordagem de técnicas de aplicação dos recursos materiais, financeiros, de informação, humanos, de comunicação ou tecnológicos na gestão empresarial.
Neste primeiro módulo, o assunto será Análise de Custo, com 30 horas. Os demais módulos abordarão Orçamento Empresarial (60 horas), Avaliação de Projetos e Investimento (20 horas) e Previsão de Vendas e Planejamento de Materiais (30 horas).
Inaugurado em 2008, o DIMPE Ozias Monteiro Rodrigues foi concebido pelo Governo do Estado em parceria com a Suframa, com apoio de uma rede de órgãos ligados ao setor, para aumentar a competitividade das empresas, agregando maior oferta de emprego e renda na capital. O complexo funciona nos moldes de um condomínio empresarial com lotes urbanizados dotados de infra-estrutura completa, que inclui central de secagem, unidade de tratamento de resíduos e líquidos, rede de esgoto, sistema de abastecimento de água, terraplenagem, drenagem pluvial e guarita.
Localizado na Avenida do Turismo, S/Nº, o empreendimento é composto de 12 blocos e 24 unidades fabris de 450m² cada, com possibilidade de expansão. Direcionado a microempresas e empresas de pequeno porte com aptidão para desenvolver produtos inovadores com ciclos de produção ambientalmente responsáveis e sustentáveis, o DIMPE é administrado pela Ciama, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan).
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Prefeitura de Manacapuru já entregou 2.160 cestas básicas para vítimas da seca na zona rural
A seca recorde que atinge o Amazonas deixou pelo menos 36 localidades isoladas no município de Manacapuru.
“Ainda tem muita família passando fome”, afirma Elma Pinheiro Magalhães, coordenadora da Defesa Civil municipal, que comanda uma força tarefa para levar alimentos às pessoas mais prejudicadas.
Somente no leito do rio Manacapuru são 16 comunidades que estão ilhadas.
O levantamento do órgão mostra que 145 comunidades foram afetadas, totalizando 12.695 pessoas.
Sem água, não há peixe e não há pesca, a principal forma de sustento da população que margeia os rios do município.
Alguns moradores se precaveram e conseguiram estocar alimentos, explica a secretária do Turismo local, Lo Amir Ribeiro Fernandes.
“Quando o rio começa a secar tem aquele acúmulo de peixe. Depois, os peixes vão correndo para onde tem água. Quem tem geladeira e energia elétrica salgou e está se mantendo com isso”, afirma ela.
Outros, além de não terem peixes, perderam também às hortas que mantinham.
“Não dá para aguar. Até a mandioca que é mais forte queimou”, diz.
E o que sobrou dificilmente é utilizado.
“Sem água não dá para fazer farinha. A mandioca não serve para cozinhar e comer, é só para farinha d’água.”
Quando não estão completamente isolados – alguns acessos são feitos por helicóptero –, os ribeirinhos que antes saíam de casa com o pé no rio hoje precisam caminhar quilômetros.
“Tem lugar do rio Manacapuru que é preciso andar 5h, 6h para chegar”, diz Elma Pinheiro Magalhães.
Fotos cedidas pela Defesa Civil mostram que no Paraná dos Munducarus, há um mês, os rios já estavam secos.

As dificuldades na cidade não são poucas.
Ainda aguardando o helicóptero prometido pela Defesa Civil da capital, os alimentos são levados por um helicóptero cedido pela Polícia Militar. E o trabalho é demorado.
“Cada cesta básica pesa 20kg e um helicóptero leva de 18 a 20. Tem comunidade com 60, 100 famílias. São várias viagens para abastecer um só local”, afirma.
Com número reduzido de funcionários, o órgão precisou de ajuda para lidar com a seca e conta agora com cerca de 30 pessoas divididas em turnos.
Desde o início de novembro, já foram entregues 2.160 cestas básicas nas comunidades de Cajazeiras, Irapajé, Macumiri, Jatuarana, Cumã, Vila do Ena, Piranha, Jaiteua, Lago do Castanho, Iauara, Costa do Tuiué, Ilha do Ajaratuba, Ilha do Marrecão, Paraná do Cabaleana, Timbó, Repartimento do Tuiué, Paraná do Paratari, Paratarrizinho, Canabuoca e comunidade Linda Nova.
Apesar das dificuldades, a Prefeitura de Manacapuru acredita que até o final de novembro todas as famílias vítimas da seca no município terão sido atendidas
“Ainda tem muita família passando fome”, afirma Elma Pinheiro Magalhães, coordenadora da Defesa Civil municipal, que comanda uma força tarefa para levar alimentos às pessoas mais prejudicadas.
Somente no leito do rio Manacapuru são 16 comunidades que estão ilhadas.
O levantamento do órgão mostra que 145 comunidades foram afetadas, totalizando 12.695 pessoas.
Sem água, não há peixe e não há pesca, a principal forma de sustento da população que margeia os rios do município.
Alguns moradores se precaveram e conseguiram estocar alimentos, explica a secretária do Turismo local, Lo Amir Ribeiro Fernandes.
“Quando o rio começa a secar tem aquele acúmulo de peixe. Depois, os peixes vão correndo para onde tem água. Quem tem geladeira e energia elétrica salgou e está se mantendo com isso”, afirma ela.
Outros, além de não terem peixes, perderam também às hortas que mantinham.
“Não dá para aguar. Até a mandioca que é mais forte queimou”, diz.
E o que sobrou dificilmente é utilizado.
“Sem água não dá para fazer farinha. A mandioca não serve para cozinhar e comer, é só para farinha d’água.”
Quando não estão completamente isolados – alguns acessos são feitos por helicóptero –, os ribeirinhos que antes saíam de casa com o pé no rio hoje precisam caminhar quilômetros.
“Tem lugar do rio Manacapuru que é preciso andar 5h, 6h para chegar”, diz Elma Pinheiro Magalhães.
Fotos cedidas pela Defesa Civil mostram que no Paraná dos Munducarus, há um mês, os rios já estavam secos.

As dificuldades na cidade não são poucas.
Ainda aguardando o helicóptero prometido pela Defesa Civil da capital, os alimentos são levados por um helicóptero cedido pela Polícia Militar. E o trabalho é demorado.
“Cada cesta básica pesa 20kg e um helicóptero leva de 18 a 20. Tem comunidade com 60, 100 famílias. São várias viagens para abastecer um só local”, afirma.
Com número reduzido de funcionários, o órgão precisou de ajuda para lidar com a seca e conta agora com cerca de 30 pessoas divididas em turnos.
Desde o início de novembro, já foram entregues 2.160 cestas básicas nas comunidades de Cajazeiras, Irapajé, Macumiri, Jatuarana, Cumã, Vila do Ena, Piranha, Jaiteua, Lago do Castanho, Iauara, Costa do Tuiué, Ilha do Ajaratuba, Ilha do Marrecão, Paraná do Cabaleana, Timbó, Repartimento do Tuiué, Paraná do Paratari, Paratarrizinho, Canabuoca e comunidade Linda Nova.
Apesar das dificuldades, a Prefeitura de Manacapuru acredita que até o final de novembro todas as famílias vítimas da seca no município terão sido atendidas
Federais mortos em confronto com traficantes em Codajás
Dois agentes da Polícia Federal - Leonardo Matzunaga Yamaguti, lotado em Tabatinga, e Mauro Lobo, da Superintendência da PF em Manaus, foram mortos na madrugada desta quarta-feira depois de uma troca de tiros com supostos traficantes. Ficou ferido o policial federal Charles Nascimento, que foi trazido às pressas para Manaus e se encontra internando no Hospital e Pronto Socorro João Lúcio. O confronto ocorreu no rio Solimões, no município de Codajás, no Amazonas.
Um confronto entre traficantes e policiais federais acabou em tragédia na madrugada desta quarta-feira, 17, no rio Solimões, município de Codajás. Morreram no local os policiais federais Leonardo Matzunaga Yamaguti, lotado em Tabatinga, e Mauro Lobo, da PF em Manaus. Ficou ferido com um tiro na perna e outro no braço o policial federal Charles Nascimento, também de Manaus.
Os corpos dos policiais serão trazidos para Manaus num hidroavião do governo do Amazonas,deslocado para o a área do confronto, Os federais reclamam que apesar do crescimento do tráfico no Amazonas, a PF conta com equipamentos defasados. Eles dão como exemplo a Delegacia de Tabatinga, onde de todos os coletes balísticos para uso dos federais somente um ainda não teve o prazo de validade vencido.
"Sem problemas com dinheiro para financiar a compra de armamento pesado e de barcos o tráfico está cada vez mais ousado. No dia 25 do mês passado uma outra ação da PF em parceria com a PF resultou num agente federal ferido a tiros. No dia 27, felizmente os bandidos foram presos.
Fonte: Fenapef
Um confronto entre traficantes e policiais federais acabou em tragédia na madrugada desta quarta-feira, 17, no rio Solimões, município de Codajás. Morreram no local os policiais federais Leonardo Matzunaga Yamaguti, lotado em Tabatinga, e Mauro Lobo, da PF em Manaus. Ficou ferido com um tiro na perna e outro no braço o policial federal Charles Nascimento, também de Manaus.
Os corpos dos policiais serão trazidos para Manaus num hidroavião do governo do Amazonas,deslocado para o a área do confronto, Os federais reclamam que apesar do crescimento do tráfico no Amazonas, a PF conta com equipamentos defasados. Eles dão como exemplo a Delegacia de Tabatinga, onde de todos os coletes balísticos para uso dos federais somente um ainda não teve o prazo de validade vencido.
"Sem problemas com dinheiro para financiar a compra de armamento pesado e de barcos o tráfico está cada vez mais ousado. No dia 25 do mês passado uma outra ação da PF em parceria com a PF resultou num agente federal ferido a tiros. No dia 27, felizmente os bandidos foram presos.
Fonte: Fenapef
Dois policiais federais morrem em tiroteio no AM
Equipe tentava abordar embarcação suspeita de levar drogas, segundo PF.
Outro policial ficou ferido.
Dois policiais federais morreram e um ficou ferido durante uma troca de tiros com supostos traficantes, na madrugada desta quarta-feira (17), em Anamã (AM). Segundo nota divulgada pela Polícia Federal, uma equipe de agentes federais tentava abordar uma embarcação suspeita de transportar cocaína, quando teve início o tiroteio.
O superintendente regional Sérgio Fontes foi até o local. Ainda não há confirmação de prisão de suspeitos.
Os corpos dos policiais mortos devem ser transferidos para Manaus e Brasília.
Outro policial ficou ferido.
Dois policiais federais morreram e um ficou ferido durante uma troca de tiros com supostos traficantes, na madrugada desta quarta-feira (17), em Anamã (AM). Segundo nota divulgada pela Polícia Federal, uma equipe de agentes federais tentava abordar uma embarcação suspeita de transportar cocaína, quando teve início o tiroteio.
O superintendente regional Sérgio Fontes foi até o local. Ainda não há confirmação de prisão de suspeitos.
Os corpos dos policiais mortos devem ser transferidos para Manaus e Brasília.
TSE cassa registro de candidatura de Marcelo Miranda, senador eleito por Tocantins
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou o registro de candidatura de Marcelo Miranda (PMDB-TO), ex-governador de Tocantins e eleito senador por aquele Estado nas últimas eleições. Ele obteve 340.931 mil votos ou 25,41% dos votos válidos e conquistou a segunda das duas vagas reservadas ao Estado no Senado Federal.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Em reunião, líderes da Câmara defendem aumentar próprios salários
Líderes partidários da Câmara defenderam nesta terça-feira a votação de um projeto de lei de reajuste de seus salários e também do da presidente eleita, Dilma Rousseff.
O assunto foi levado à reunião pelo vice-presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS) e ganhou o apoio de grande parte dos deputados.
O acordo é que o valor dos aumentos e o texto final da proposta devem ser acertados pela Mesa Diretora --que tem um encontro informal amanhã com o presidente Michel Temer (PMDB-SP).
A alegação dos deputados é que os salários do Executivo e do Legislativo estão sem aumento há cerca de três anos e que a inflação no período foi de 17,8%.
Atualmente, o salário de presidente da República é de R$ 11.420,21, bruto (com os descontos, o valor cai para cerca de R$ 8 mil) e dos parlamentares é de R$ 16,5 mil.
O assunto foi levado à reunião pelo vice-presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS) e ganhou o apoio de grande parte dos deputados.
O acordo é que o valor dos aumentos e o texto final da proposta devem ser acertados pela Mesa Diretora --que tem um encontro informal amanhã com o presidente Michel Temer (PMDB-SP).
A alegação dos deputados é que os salários do Executivo e do Legislativo estão sem aumento há cerca de três anos e que a inflação no período foi de 17,8%.
Atualmente, o salário de presidente da República é de R$ 11.420,21, bruto (com os descontos, o valor cai para cerca de R$ 8 mil) e dos parlamentares é de R$ 16,5 mil.
Prefeitura realiza a 1ª Feira Orgânica de Manacapuru

Por meio da Secretaria de Produção e Abastecimento Rural, a Prefeitura de Manacapuru realizou na última semana a 1º Feira Orgânica de Manacapuru.
O evento aconteceu na Feira do Produtor localizada no centro da cidade, quando 12 produtores da Comunidade do Supiá tiveram a oportunidade de expor e vender suas frutas, legumes e verduras que foram produzidos de forma natural, sob a supervisão técnica do Inpa.
A agricultura orgânica é um sistema de produção que não usa fertilizantes sintéticos ou agrotóxicos.
Em vez de utilizar produtos químicos, a agricultura orgânica busca manter a estrutura e produtividade do solo de forma natural, trabalhando em harmonia com a natureza.

“O manejo na agricultura orgânica valoriza o uso eficiente dos recursos naturais não renováveis, o que acaba se refletindo em benefícios concretos para a preservação da biodiversidade e do meio-ambiente, e a um desenvolvimento econômico associado à qualidade de vida humana”, explicou o prefeito Angelus Figueira.
Segundo o agricultor Francisco de Assis, 49 anos, essa iniciativa da atual administração tem contribuído para melhorar a vida dos produtores rurais, na medida em que eles têm acesso ao escoamento dos produtos, incentivo para produzir e um local fixo para vender essa produção.
Cerca de 20 novos produtores das comunidades da Bela Vista e do Repartimento do Tuiué estão sendo capacitados no manejo orgânico para começarem a participar do programa.
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