A Polícia Civil do Amazonas desmontou uma rede de exploração sexual infanto-juvenil. A “Operação Estocolmo”. O processo encontra-se sob segredo de Justiça, mas um relatório chegou à redação do Blog do Pávulo.
Um dos indiciados pela PC é o deputado estadual Fausto Souza (PSD), o parlamentar é acusado pela Polícia Civil de ser um dos clientes da rede criminosa de exploração sexual, um dos rufiõs, o cidadão conhecido por Pablo Thiago, agenciava programa sexuais entre menores e o edil.
As provas são robustas, vídeos, fotos, depoimentos fortes...
Josué Neto com a batata quente na mão
O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Josué Neto (PSD), vai precisar de muito jogo de cintura para lidar com esta nova situação constrangedora. Neto, ainda não descascou o pepino do corregedor da Aleam, deputado Ricardo Nicolau (PSD), que protagonizou cena de pugilato no aeroporto da capital.
Fausto Souza (PSD), está na berlinda e sua reeleição comprometida, talvez este problema sirva de cortina de fumaça para jogar o lixo licitatório na memória curta da sociedade civil e seus tentáculos apodrecidos.
Omar Aziz joga pesado na corrida eleitoral
O governador Omar Aziz (PSD), inova no jogo político: todos os 61 prefeitos estão sendo convidado pelo governador para participar do Festival Folclórico de Parintins.
O governador tenta impressionar a presidente Dilma Rousseff (PT), demonstração de aglutinação política, caso a presidente Dilma Rousseff venha ao Festival.
Omar Aziz corre o risco de entrar para história da política local como o único ex-governador (caso aconteça a desincompatibilização) não consiga se eleger à Câmara alta.
Waldemir faz emenda ao projeto do PROAMA e insiste na Audiência Pública
O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Waldemir José, no requerimento que solicita à Mesa Diretora a realização de Audiência Pública com os representantes da Prefeitura, do Governo do Estado e da Manaus Ambiental para debater o conteúdo do Projeto de Lei que cria o Consócio Público para administrar o Programa Águas para Manaus (Proama) e, também, o Protocolo de Intenções que deu origem ao projeto.
“O Proama custou aos cofres públicos cerca de R$400 milhões que serão pagos em 30 anos. Por isso, a decisão sobre seu destino não pode ser tomada sem ter sequer uma audiência pública nesta Casa para debater esse assunto de tamanha importância para sociedade manauara”.

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