MANACAPURU- AM: Aconteceu nesta quinta feira (02 de Maio) ás 17 horas, uma reunião no SINDUCAM com a presença maciça dos professores da rede municipal de Ensino, onde debateram vários temas relacionados a classe dos professores.
Na reunião foi decidido que os professores homologarão um documento com algumas exigências, visando a melhoria das condições de trabalho, tendo em vista que o prefeito Washington Régis (PMDB) está tentando a redução dos salários dos professores, e que caso isso aconteça, os professores farão greve.
A professora Imaculada que faz parte da diretoria do Sindicato, sugeriu um "impeatcheman" caso o prefeito consiga a redução dos salários dos professores, que eles (professores) se mobilizem para entrar com esse pedido contra o prefeito junto ao Ministério Público.
O professor Reginaldo se pronunciou dizendo ser uma vergonha o prefeito ter ido na ultima reunião dizer que entregaria a prefeitura ao sindicato (SINDUCAM), segundo o professor eles (professores) não se candidataram á prefeito, e sim o Régis . O professor Reginaldo ainda sugeriu ao prefeito "assumi a cidade ou então pede pra sair" !
Outro professor que se manifestou foi o professor Gilcimar Machado, que falou em defesa das escolas que até hoje estão sem funcionários, onde professores e alunos para não viverem na sujeira, tem que varrer e limpar as salas devido a falta de auxiliares de serviços gerais.
O professor Gilcimar Machado ainda denunciou que está sendo perseguido pela administração porque denunciou que a escola Henoch Reis estava suja e ele estava varrendo a sala junto com os alunos. Segundo o professor, ele foi transferido da escola e seu salário tem sido descontado desde então.
Outro assunto que foi abordado é que o número de alunos matriculados nas escolas diminuiu, mas o detalhe é que o número de professores aumentou, fato que chama a atenção não somente dos professores mas da sociedade Manacapuruense.
E relataram ainda sobre o descaso da administração municipal com a educação da zona rural, que encontra-se em total abandono. As aulas em muitos interiores ainda não tiveram inicio e a previsão de inicio do ano letivo é para o mês de Setembro, causando prejuízos para a educação das crianças das comunidades da zona rural.

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